
No dia 16 de abril de 2010, na Casa de Leitura Lia Maria Myller Botelho, tive o imenso prazer de assistir ao 2º. ensaio aberto do grupo Sons da Mata.
Ao chegar no local fiquei surpresa com o número de pessoas que lá estavam para assistir a apresentação que, como não poderia ser diferente, encantou a todos. Confesso que a surpresa não foi só minha, mas inclusive dos próprios integrantes do grupo. Grata surpresa por sinal.
O grupo Sons da Mata conseguiu reunir naquela noite pessoas de várias idades e classes sociais. Mas o que pude observar é que, diante daquele universo cultural, daquela variedade de letras e sons que foram apresentados, todos eram iguais.
Iguais na emoção, na alegria de poder estar naquele lugar dividindo com centenas de pessoas um momento único, singular, aquele momento mágico que deixou a todos emocionados, num ambiente de extrema descontração.
A expressão no rosto da platéia era de deslumbramento, de alegria em ver tamanha riqueza musical, numa apresentação de qualidade feita por artistas locais, leopoldinenses que acreditam na arte, que acreditam na riqueza das nossas tradições, acreditam na nossa história e na nossa cultura, não medindo esforços para mantê-la viva na memória dos mais velhos e torná-la conhecida pelos jovens.
A esses bravos guerreiros, forma que melhor achei para dirigir aos meus amigos do grupo Sons da Mata a qual sou fã de carteirinha, só nos resta parabenizar pelo brilhante trabalho que vem sido desenvolvido com muita luta,com muito amor, muita garra e acima de tudo, respeito pela arte e pela história de um povo chamado LEOPOLDINA.
Um abraço a todos vocês.
Ao chegar no local fiquei surpresa com o número de pessoas que lá estavam para assistir a apresentação que, como não poderia ser diferente, encantou a todos. Confesso que a surpresa não foi só minha, mas inclusive dos próprios integrantes do grupo. Grata surpresa por sinal.
O grupo Sons da Mata conseguiu reunir naquela noite pessoas de várias idades e classes sociais. Mas o que pude observar é que, diante daquele universo cultural, daquela variedade de letras e sons que foram apresentados, todos eram iguais.
Iguais na emoção, na alegria de poder estar naquele lugar dividindo com centenas de pessoas um momento único, singular, aquele momento mágico que deixou a todos emocionados, num ambiente de extrema descontração.
A expressão no rosto da platéia era de deslumbramento, de alegria em ver tamanha riqueza musical, numa apresentação de qualidade feita por artistas locais, leopoldinenses que acreditam na arte, que acreditam na riqueza das nossas tradições, acreditam na nossa história e na nossa cultura, não medindo esforços para mantê-la viva na memória dos mais velhos e torná-la conhecida pelos jovens.
A esses bravos guerreiros, forma que melhor achei para dirigir aos meus amigos do grupo Sons da Mata a qual sou fã de carteirinha, só nos resta parabenizar pelo brilhante trabalho que vem sido desenvolvido com muita luta,com muito amor, muita garra e acima de tudo, respeito pela arte e pela história de um povo chamado LEOPOLDINA.
Um abraço a todos vocês.
p.s.:O texto acima foi escrito pela advogada e radialista Andrea Rayol, uma leopoldinense que também trabalha em prol da cultura do nosso povo. .








